#AstroMiniBR: como as galáxias morrem? – EERBONUS
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#AstroMiniBR: como as galáxias morrem?

O TecMundo e o #AstroMiniBR, selecionam semanalmente as melhores curiosidades astronômicas, produzidas pelos colaboradores do perfil no X para compartilhar com você, um pouco mais do fantástico universo da astronomia. Confira abaixo!

#1: A “morte” de uma galáxia!

As galáxias, como as estrelas e os seres vivos, também têm um ciclo de vida. Uma parte crucial desse ciclo é compreender como as galáxias “morrem”, considerada pelos astrônomos como o momento em que param de formar novas estrelas.

Este fenômeno está intimamente ligado, à quantidade de gás interestelar disponível, que é o combustível necessário para a formação de estrelas. Com o tempo, as galáxias consomem ou perdem esse gás de várias maneiras, como pela formação estelar, ejeção causada por ventos estelares ou supernovas, e até mesmo pela interação com outras galáxias.

Quando o gás disponível diminui, a formação estelar começa a declinar gradualmente e, com o passar do tempo, as estrelas existentes consomem o restante do gás, e a galáxia eventualmente entra em um estado de quiescência, onde pouca ou nenhuma formação estelar ocorre.

Observações detalhadas de galáxias “mortas” revelam que elas tendem a estar localizadas em regiões mais densas do universo, sugerindo que interações gravitacionais entre galáxias podem desempenhar um papel significativo em despojar o gás necessário para a formação estelar. Além disso, estudos mostram que a atividade de buracos negros supermassivos no centro das galáxias também pode influenciar sua capacidade de formar estrelas.

Compreender os mecanismos pelos quais as galáxias cessam sua atividade de formação estelar é fundamental para reconstruir a história cósmica e entender como o universo evoluiu desde seus primórdios até hoje.

#2: Você já ouviu falar na Máscara de Bahtinov?

A máscara de Bahtinov é uma ferramenta crucial para astrônomos e astrofotógrafos, usada para focar telescópios de maneira extremamente precisa. Inventada pelo astrofotógrafo russo Pavel Bahtinov em 2005, essa máscara consiste em um dispositivo óptico que possui um conjunto de fendas angulares dispostas em um padrão específico.

Quando colocada na frente da objetiva de um telescópio, a máscara de Bahtinov interage com a luz das estrelas, criando um padrão de difração distinto em forma de ‘X’. O observador então ajusta o foco até que as três linhas do ‘X’ estejam completamente simétricas, indicando que o telescópio está perfeitamente focado. Isso é particularmente valioso na astrofotografia, onde a nitidez das imagens depende crucialmente do foco preciso.

Ao garantir um foco perfeito, a máscara de Bahtinov ajuda os astrônomos a captar imagens nítidas e detalhadas do céu noturno, permitindo estudos mais precisos de estrelas, galáxias, nebulosas e outros objetos celestes.

Sua facilidade de uso e eficácia fizeram dela uma ferramenta indispensável para entusiastas amadores e profissionais da astronomia.

#3: A belíssima nebulosa NGC 1333!

Localizada na constelação de Perseus, a nebulosa NGC 1333 é um berçário estelar fascinante situado a aproximadamente 1.000 anos-luz da Terra. Essa nebulosa escura, composta principalmente de gás e poeira cósmica, é um ambiente propício para a formação de novas estrelas.

Sua beleza peculiar é decorrente das estrelas jovens e massivas que emergem de seu interior, iluminando as densas nuvens de gás ao seu redor. A NGC 1333 é um laboratório cósmico onde a formação estelar está em pleno vigor, permitindo aos astrônomos estudar o nascimento e evolução das estrelas em detalhes.

Além disso, a nebulosa é notável pela presença de jatos e fluxos de matéria expelidos por estrelas recém-formadas, destacando a dinâmica e complexidade desse fenômeno cósmico.

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